Financiamento de energia solar: um trunfo para as empresas

Financiamento do BNDES para Geração de Energia Solar Fotovoltaica

No final de 2016, a luz no fim do túnel aparece para empresas e entusiastas do sistema de fontes renováveis: o BNDES irá priorizar o financiamento de energia solar. A decisão torna o sistema mais acessível para o bolso das empresas pelo fato de, além de aumentar o prazo de amortização, aumentar também o valor financiado pelo banco, gerando mais abertura e oportunidade de gasto com os projetos de energia.

A notícia chega em ótima hora, já que, segundo informações da Gazeta do Povo, o cancelamento do único leilão de reserva previsto para o ano passado derrubou a esperança de crescimento da indústria fotovoltaica. O acontecimento teve como principal motivo a alegação de que havia a folga de aproximadamente 8 GW de energia no país. Além da paralisação dos novos leilões, o governo pode ainda descontratar energia de várias fontes, o que pode incluir os projetos fotovoltaicos.

Até aí, o cenário da geração centralizada de energia é nebuloso. No entanto, a geração distribuída caminha de forma bastante positiva – gerando até pressão nas distribuidoras de energia elétrica. O setor de micro e minigeração de energia, mesmo em tempo de crise no Brasil, alcançou o número de 7.504 sistemas fotovoltaicos instalados – um crescimento de 300% no ano de 2016.

Financiamento

O financiamento do BNDES chega para elevar mais ainda os números do setor. A redução de juros e o aumento dos prazos deve colocar os sistemas fotovoltaicos novamente no radar de empreendedores – justamente por, a partir de agora, caber no orçamento das empresas. Mas o caminho ainda é longo: atualmente, apenas 15% das conexões de micro e minigeração estão nos telhados de empresas e comércios. O principal consumidor ainda é o residencial, alcançando cerca de 80% na quantia de sistemas; e apenas 2% estão instalados nas indústrias.

Segundo Rodrigo Lopes Sauaia, diretor da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o cenário ideal para as empresas será no momento em que a parcela do financiamento, de fato, couber na economia que o cliente tem na conta de luz com o sistema fotovoltaico. Para que isso aconteça, Sauaia afirma que a conta tem de ser feita a fim de democratizar o uso da tecnologia sem onerar o consumidor. Um sistema bem projetado, segundo ele, pode reduzir em até 90% a tarifa de energia.

Projeções

E assim, o setor de energia solar, sem perspectiva de novos leilões de reserva neste ano, faz sua aposta na mini e microgeração de energia para impulsionar a indústria fotovoltaica no Brasil. Em mapas de projeções, no ano de 2019, são previstas 500.000 conexões de energia solar – e em 2024, cerca de 1.200.000.

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